Karetus à porta de uma retrosaria tradicional com máscaras e instrumentos portugueses, numa estética futurista ligada ao álbum “MODAS”.
AS “MODAS” DOS KARETUS: TEMAS DO NOVO DISCO JÁ ESTÃO DISPONÍVEIS
11.02.2026
Candidatos ao Seguro Directo Carro do Ano 2026 em exposição no Centro Colombo, em Lisboa
Carro do Ano 2026 em exposição no Colombo em Lisboa
13.02.2026

MÚSICA

UNIVERSIDADE DE LISBOA JUNTA-SE AO ROCK IN RIO COMO PARCEIRA DA SMART CITY OF ROCK

Painel de debate no stand da Smart City of Rock durante a Web Summit, com vários oradores sentados em palco e um ecrã ao fundo a anunciar a “Startup Call 2026 – Apply Now”, acompanhado de um QR code para candidaturas.
Startup Call 2026 apresentada na Web Summit pela Smart City of Rock | Créditos: Rock in Rio

Por José António Carvalho

A Universidade de Lisboa é a primeira University Partner da Smart City of Rock, plataforma criada pelo Rock in Rio Lisboa com a Liquid Innovation Co. Assim, o festival transforma-se num laboratório vivo. Aqui, tecnologia, dados e criatividade cruzam-se para testar soluções com impacto real nas cidades.

Entretanto, a parceria surge após os apoios da Câmara Municipal de Lisboa e da Unicorn Factory Lisboa. Além disso, segue-se ao lançamento internacional da startup call na última Web Summit, em novembro.

Ao integrar a maior universidade do país, a plataforma ganha nova escala. De facto, passa a ligar ciência e inovação aplicada num contexto real. Todos os dias, milhares de pessoas circulam no recinto. Por isso, é possível testar, medir e ajustar soluções em tempo real.

Segundo Roberta Medina, a parceria acrescenta peso académico ao projeto. Além disso, reforça a ambição de deixar um legado que vá além da música.

Por sua vez, Egon Barbosa sublinha que unir ciência e aplicação prática cria uma plataforma capaz de influenciar a evolução das cidades à escala global.

Já o reitor Luís Ferreira defende que a Universidade de Lisboa leva a investigação para fora dos campi. Dessa forma, aplica conhecimento num laboratório vivo e responde a desafios urbanos concretos.

Um festival que funciona como cidade

A Smart City of Rock estreia-se na 11.ª edição do Rock in Rio Lisboa como infraestrutura real e orientada por dados. O recinto recebe mais de 100 mil pessoas por dia. Assim, torna-se campo de testes para soluções de mobilidade, turismo, segurança, saúde, gestão operacional, experiências de marca, infraestrutura inteligente, ESG e educação.

Mais do que conceito, é um modelo funcional. Aqui, empresas, startups, setor público e academia trabalham em conjunto. Consequentemente, desenvolvem soluções com potencial de replicação noutras cidades, em Portugal e no estrangeiro.

Rede global e aposta nas startups

Para reforçar a dimensão internacional, a plataforma conta com Business Connectors em vários mercados estratégicos.

Atualmente, vinte startups estão em fase de seleção. Durante o festival, poderão implementar e avaliar as suas soluções. Depois, uma semana mais tarde, participam no Smart Rock Tank. Aí, apresentam projetos já testados a potenciais investidores.

Em suma, a Smart City of Rock afirma-se como um dos projetos mais ambiciosos de inovação urbana ligados a um grande evento cultural. Ao mesmo tempo, posiciona Lisboa como palco de experimentação tecnológica com alcance global.

Fonte: Rock in Rio Lisboa

UNIVERSIDADE DE LISBOA JUNTA-SE AO ROCK IN RIO COMO PARCEIRA DA SMART CITY OF ROCK

Painel de debate no stand da Smart City of Rock durante a Web Summit, com vários oradores sentados em palco e um ecrã ao fundo a anunciar a “Startup Call 2026 – Apply Now”, acompanhado de um QR code para candidaturas.
Startup Call 2026 apresentada na Web Summit pela Smart City of Rock | Créditos: Rock in Rio

Por José António Carvalho

A Universidade de Lisboa é a primeira University Partner da Smart City of Rock, plataforma criada pelo Rock in Rio Lisboa com a Liquid Innovation Co. Assim, o festival transforma-se num laboratório vivo. Aqui, tecnologia, dados e criatividade cruzam-se para testar soluções com impacto real nas cidades.

Entretanto, a parceria surge após os apoios da Câmara Municipal de Lisboa e da Unicorn Factory Lisboa. Além disso, segue-se ao lançamento internacional da startup call na última Web Summit, em novembro.

Ao integrar a maior universidade do país, a plataforma ganha nova escala. De facto, passa a ligar ciência e inovação aplicada num contexto real. Todos os dias, milhares de pessoas circulam no recinto. Por isso, é possível testar, medir e ajustar soluções em tempo real.

Segundo Roberta Medina, a parceria acrescenta peso académico ao projeto. Além disso, reforça a ambição de deixar um legado que vá além da música.

Por sua vez, Egon Barbosa sublinha que unir ciência e aplicação prática cria uma plataforma capaz de influenciar a evolução das cidades à escala global.

Já o reitor Luís Ferreira defende que a Universidade de Lisboa leva a investigação para fora dos campi. Dessa forma, aplica conhecimento num laboratório vivo e responde a desafios urbanos concretos.

Um festival que funciona como cidade

A Smart City of Rock estreia-se na 11.ª edição do Rock in Rio Lisboa como infraestrutura real e orientada por dados. O recinto recebe mais de 100 mil pessoas por dia. Assim, torna-se campo de testes para soluções de mobilidade, turismo, segurança, saúde, gestão operacional, experiências de marca, infraestrutura inteligente, ESG e educação.

Mais do que conceito, é um modelo funcional. Aqui, empresas, startups, setor público e academia trabalham em conjunto. Consequentemente, desenvolvem soluções com potencial de replicação noutras cidades, em Portugal e no estrangeiro.

Rede global e aposta nas startups

Para reforçar a dimensão internacional, a plataforma conta com Business Connectors em vários mercados estratégicos.

Atualmente, vinte startups estão em fase de seleção. Durante o festival, poderão implementar e avaliar as suas soluções. Depois, uma semana mais tarde, participam no Smart Rock Tank. Aí, apresentam projetos já testados a potenciais investidores.

Em suma, a Smart City of Rock afirma-se como um dos projetos mais ambiciosos de inovação urbana ligados a um grande evento cultural. Ao mesmo tempo, posiciona Lisboa como palco de experimentação tecnológica com alcance global.

Fonte: Rock in Rio Lisboa

UNIVERSIDADE DE LISBOA JUNTA-SE AO ROCK IN RIO COMO PARCEIRA DA SMART CITY OF ROCK

Painel de debate no stand da Smart City of Rock durante a Web Summit, com vários oradores sentados em palco e um ecrã ao fundo a anunciar a “Startup Call 2026 – Apply Now”, acompanhado de um QR code para candidaturas.
Startup Call 2026 apresentada na Web Summit pela Smart City of Rock | Créditos: Rock in Rio

Por José António Carvalho

A Universidade de Lisboa é a primeira University Partner da Smart City of Rock, plataforma criada pelo Rock in Rio Lisboa com a Liquid Innovation Co. Assim, o festival transforma-se num laboratório vivo. Aqui, tecnologia, dados e criatividade cruzam-se para testar soluções com impacto real nas cidades.

Entretanto, a parceria surge após os apoios da Câmara Municipal de Lisboa e da Unicorn Factory Lisboa. Além disso, segue-se ao lançamento internacional da startup call na última Web Summit, em novembro.

Ao integrar a maior universidade do país, a plataforma ganha nova escala. De facto, passa a ligar ciência e inovação aplicada num contexto real. Todos os dias, milhares de pessoas circulam no recinto. Por isso, é possível testar, medir e ajustar soluções em tempo real.

Segundo Roberta Medina, a parceria acrescenta peso académico ao projeto. Além disso, reforça a ambição de deixar um legado que vá além da música.

Por sua vez, Egon Barbosa sublinha que unir ciência e aplicação prática cria uma plataforma capaz de influenciar a evolução das cidades à escala global.

Já o reitor Luís Ferreira defende que a Universidade de Lisboa leva a investigação para fora dos campi. Dessa forma, aplica conhecimento num laboratório vivo e responde a desafios urbanos concretos.

Um festival que funciona como cidade

A Smart City of Rock estreia-se na 11.ª edição do Rock in Rio Lisboa como infraestrutura real e orientada por dados. O recinto recebe mais de 100 mil pessoas por dia. Assim, torna-se campo de testes para soluções de mobilidade, turismo, segurança, saúde, gestão operacional, experiências de marca, infraestrutura inteligente, ESG e educação.

Mais do que conceito, é um modelo funcional. Aqui, empresas, startups, setor público e academia trabalham em conjunto. Consequentemente, desenvolvem soluções com potencial de replicação noutras cidades, em Portugal e no estrangeiro.

Rede global e aposta nas startups

Para reforçar a dimensão internacional, a plataforma conta com Business Connectors em vários mercados estratégicos.

Atualmente, vinte startups estão em fase de seleção. Durante o festival, poderão implementar e avaliar as suas soluções. Depois, uma semana mais tarde, participam no Smart Rock Tank. Aí, apresentam projetos já testados a potenciais investidores.

Em suma, a Smart City of Rock afirma-se como um dos projetos mais ambiciosos de inovação urbana ligados a um grande evento cultural. Ao mesmo tempo, posiciona Lisboa como palco de experimentação tecnológica com alcance global.

Fonte: Rock in Rio Lisboa