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INTERNACIONAL

Ciberameaças sobem com Olímpicos 2026 e Super Bowl

“Ilustração sobre ciberameaças nos Jogos Olímpicos 2026 e Super Bowl” | Créditos: IA

Por José António Carvalho

À medida que o mundo volta os olhos para os grandes palcos do desporto internacional, cresce também uma ameaça silenciosa. A realização dos Milano Cortina 2026 e do Super Bowl LIX está a mobilizar milhões de adeptos, mas também a atrair o interesse de grupos de hackers que procuram explorar o impacto mediático destes eventos.

Grandes eventos, grandes riscos digitais

Especialistas em cibersegurança alertam que competições desta dimensão funcionam como verdadeiros “ímans digitais”. Assim, quanto maior for o volume de pesquisas online, transmissões em direto, compras de bilhetes e interações em redes sociais, maior é a superfície de ataque disponível para esquemas fraudulentos.

Por isso, entre as ameaças mais comuns estão a criação de sites falsos para venda de bilhetes, aplicações fraudulentas para acompanhar resultados em tempo real, campanhas de phishing por email e mensagens que imitam comunicações oficiais. Dessa forma, em cenários mais sofisticados, podem surgir tentativas de intrusão em sistemas de transmissão ou em infraestruturas críticas associadas à organização.

O utilizador comum também está em risco

O risco não se limita às entidades organizadoras. Qualquer utilizador pode ser alvo se clicar num link duvidoso, descarregar uma aplicação não oficial ou utilizar redes Wi-Fi públicas sem proteção adequada. A curiosidade e o entusiasmo em torno dos jogos acabam por facilitar decisões impulsivas.

As recomendações são simples, mas continuam a ser as mais eficazes: confirmar sempre a origem dos sites antes de introduzir dados pessoais, utilizar palavras-passe fortes e diferentes para cada serviço, ativar a autenticação de dois fatores e manter dispositivos atualizados. Para empresas e organizações, o momento exige reforço das equipas técnicas e planos de resposta rápidos em caso de incidente.

Num cenário global cada vez mais digital, os grandes eventos desportivos deixam de ser apenas celebrações atléticas. Tornam-se também testes à robustez tecnológica e à literacia digital de milhões de utilizadores. A festa é dentro do estádio, mas a segurança começa em cada clique.

Fonte: Relatórios internacionais de cibersegurança e especialistas do setor

Ciberameaças sobem com Olímpicos 2026 e Super Bowl

“Ilustração sobre ciberameaças nos Jogos Olímpicos 2026 e Super Bowl” | Créditos: IA

Por José António Carvalho

À medida que o mundo volta os olhos para os grandes palcos do desporto internacional, cresce também uma ameaça silenciosa. A realização dos Milano Cortina 2026 e do Super Bowl LIX está a mobilizar milhões de adeptos, mas também a atrair o interesse de grupos de hackers que procuram explorar o impacto mediático destes eventos.

Grandes eventos, grandes riscos digitais

Especialistas em cibersegurança alertam que competições desta dimensão funcionam como verdadeiros “ímans digitais”. Assim, quanto maior for o volume de pesquisas online, transmissões em direto, compras de bilhetes e interações em redes sociais, maior é a superfície de ataque disponível para esquemas fraudulentos.

Por isso, entre as ameaças mais comuns estão a criação de sites falsos para venda de bilhetes, aplicações fraudulentas para acompanhar resultados em tempo real, campanhas de phishing por email e mensagens que imitam comunicações oficiais. Dessa forma, em cenários mais sofisticados, podem surgir tentativas de intrusão em sistemas de transmissão ou em infraestruturas críticas associadas à organização.

O utilizador comum também está em risco

O risco não se limita às entidades organizadoras. Qualquer utilizador pode ser alvo se clicar num link duvidoso, descarregar uma aplicação não oficial ou utilizar redes Wi-Fi públicas sem proteção adequada. A curiosidade e o entusiasmo em torno dos jogos acabam por facilitar decisões impulsivas.

As recomendações são simples, mas continuam a ser as mais eficazes: confirmar sempre a origem dos sites antes de introduzir dados pessoais, utilizar palavras-passe fortes e diferentes para cada serviço, ativar a autenticação de dois fatores e manter dispositivos atualizados. Para empresas e organizações, o momento exige reforço das equipas técnicas e planos de resposta rápidos em caso de incidente.

Num cenário global cada vez mais digital, os grandes eventos desportivos deixam de ser apenas celebrações atléticas. Tornam-se também testes à robustez tecnológica e à literacia digital de milhões de utilizadores. A festa é dentro do estádio, mas a segurança começa em cada clique.

Fonte: Relatórios internacionais de cibersegurança e especialistas do setor

Ciberameaças sobem com Olímpicos 2026 e Super Bowl

“Ilustração sobre ciberameaças nos Jogos Olímpicos 2026 e Super Bowl” | Créditos: IA

Por José António Carvalho

À medida que o mundo volta os olhos para os grandes palcos do desporto internacional, cresce também uma ameaça silenciosa. A realização dos Milano Cortina 2026 e do Super Bowl LIX está a mobilizar milhões de adeptos, mas também a atrair o interesse de grupos de hackers que procuram explorar o impacto mediático destes eventos.

Grandes eventos, grandes riscos digitais

Especialistas em cibersegurança alertam que competições desta dimensão funcionam como verdadeiros “ímans digitais”. Assim, quanto maior for o volume de pesquisas online, transmissões em direto, compras de bilhetes e interações em redes sociais, maior é a superfície de ataque disponível para esquemas fraudulentos.

Por isso, entre as ameaças mais comuns estão a criação de sites falsos para venda de bilhetes, aplicações fraudulentas para acompanhar resultados em tempo real, campanhas de phishing por email e mensagens que imitam comunicações oficiais. Dessa forma, em cenários mais sofisticados, podem surgir tentativas de intrusão em sistemas de transmissão ou em infraestruturas críticas associadas à organização.

O utilizador comum também está em risco

O risco não se limita às entidades organizadoras. Qualquer utilizador pode ser alvo se clicar num link duvidoso, descarregar uma aplicação não oficial ou utilizar redes Wi-Fi públicas sem proteção adequada. A curiosidade e o entusiasmo em torno dos jogos acabam por facilitar decisões impulsivas.

As recomendações são simples, mas continuam a ser as mais eficazes: confirmar sempre a origem dos sites antes de introduzir dados pessoais, utilizar palavras-passe fortes e diferentes para cada serviço, ativar a autenticação de dois fatores e manter dispositivos atualizados. Para empresas e organizações, o momento exige reforço das equipas técnicas e planos de resposta rápidos em caso de incidente.

Num cenário global cada vez mais digital, os grandes eventos desportivos deixam de ser apenas celebrações atléticas. Tornam-se também testes à robustez tecnológica e à literacia digital de milhões de utilizadores. A festa é dentro do estádio, mas a segurança começa em cada clique.

Fonte: Relatórios internacionais de cibersegurança e especialistas do setor