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PORTUGAL

Casamento, da filha real da monarquia Portuguesa

D. Duarte com a infanta Maria Francisca de Bragança a caminho da Basílica de Mafra | Créditos: José António Carvalho

Por José António Carvalho

Os casamentos reais, são sempre uma cerimónia que permanece no imaginário popular como um evento mágico. Fascinante na beleza envolvente e na tradição do protocolo, assim reza a história da monarquia. As inovações e sinais de modernidade são analisados pelos detalhes que o regime republicano reflete.

Em Mafra, o país festejou o casamento da infanta Maria Francisca e do advogado Duarte Martins, numa cerimónia digna de registo com cerca de mil e duzentos convidados e centenas de populares que estiveram presentes durante todo o evento, frente à Basílica do Palácio Nacional de Mafra.

O cortejo da noiva Maria Francisca de Bragança a caminho da Basílica, foi um dos momentos ímpares. A infanta junto ao seu pai D. Duarte de Bragança, numa caleche com o seu lindo e simples vestido branco criado em conjunto por Luzia de Nascimento e D. Isabel de Bragança, não fugia aos olhares. Dessa forma, como registo final, a tiara e uma pulseira emprestada da rainha D. Amélia (a última rainha de Portugal) e finalmente os brincos que a mãe lhe ofereceu, desenhados e concebidos para fazerem conjunto com a tiara, resultaram na perfeição numa singular e humilde filha real da monarquia que a história preservará para sempre.

Casamento, da filha real da monarquia Portuguesa

D. Duarte com a infanta Maria Francisca de Bragança a caminho da Basílica de Mafra | Créditos: José António Carvalho

Por José António Carvalho

Os casamentos reais, são sempre uma cerimónia que permanece no imaginário popular como um evento mágico. Fascinante na beleza envolvente e na tradição do protocolo, assim reza a história da monarquia. As inovações e sinais de modernidade são analisados pelos detalhes que o regime republicano reflete.

Em Mafra, o país festejou o casamento da infanta Maria Francisca e do advogado Duarte Martins, numa cerimónia digna de registo com cerca de mil e duzentos convidados e centenas de populares que estiveram presentes durante todo o evento, frente à Basílica do Palácio Nacional de Mafra.

O cortejo da noiva Maria Francisca de Bragança a caminho da Basílica, foi um dos momentos ímpares. A infanta junto ao seu pai D. Duarte de Bragança, numa caleche com o seu lindo e simples vestido branco criado em conjunto por Luzia de Nascimento e D. Isabel de Bragança, não fugia aos olhares. Dessa forma, como registo final, a tiara e uma pulseira emprestada da rainha D. Amélia (a última rainha de Portugal) e finalmente os brincos que a mãe lhe ofereceu, desenhados e concebidos para fazerem conjunto com a tiara, resultaram na perfeição numa singular e humilde filha real da monarquia que a história preservará para sempre.

Casamento, da filha real da monarquia Portuguesa

D. Duarte com a infanta Maria Francisca de Bragança a caminho da Basílica de Mafra | Créditos: José António Carvalho

Por José António Carvalho

Os casamentos reais, são sempre uma cerimónia que permanece no imaginário popular como um evento mágico. Fascinante na beleza envolvente e na tradição do protocolo, assim reza a história da monarquia. As inovações e sinais de modernidade são analisados pelos detalhes que o regime republicano reflete.

Em Mafra, o país festejou o casamento da infanta Maria Francisca e do advogado Duarte Martins, numa cerimónia digna de registo com cerca de mil e duzentos convidados e centenas de populares que estiveram presentes durante todo o evento, frente à Basílica do Palácio Nacional de Mafra.

O cortejo da noiva Maria Francisca de Bragança a caminho da Basílica, foi um dos momentos ímpares. A infanta junto ao seu pai D. Duarte de Bragança, numa caleche com o seu lindo e simples vestido branco criado em conjunto por Luzia de Nascimento e D. Isabel de Bragança, não fugia aos olhares. Dessa forma, como registo final, a tiara e uma pulseira emprestada da rainha D. Amélia (a última rainha de Portugal) e finalmente os brincos que a mãe lhe ofereceu, desenhados e concebidos para fazerem conjunto com a tiara, resultaram na perfeição numa singular e humilde filha real da monarquia que a história preservará para sempre.