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CARDÁPIO

Cadeias de restauração marcam nova fase do setor

Cadeias de restauração em transformação em 2026 | Foto: José António Carvalho

Por José António Carvalho

Atualmente, o setor da restauração atravessa um período de profunda transformação. Nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, com especial incidência em grandes centros urbanos como Nova Iorque, Londres e outras capitais europeias. Neste contexto, observa-se, por um lado, uma abordagem mais cautelosa à expansão e, por outro, o encerramento de unidades que deixaram de ser economicamente sustentáveis.

Expansão estratégica e novos modelos de negócio

Ainda assim, as grandes redes continuam investindo e abrindo novos restaurantes, principalmente nos mercados norte-americano e europeu. Embora o façam de forma cada vez mais estratégica, privilegiam espaços menores, localizações com maior potencial de rentabilidade. Os modelos de negócios voltados, principalmente, para take-away e delivery, são a tendência particularmente visível em cidades com aluguéis altos, como Nova York e Londres .

Ao mesmo tempo, tem havido o fechamento de várias unidades, incluindo marcas históricas, tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido e em outros países da Europa Ocidental. A situação resulta, em grande parte, do aumento significativo dos custos operacionais — nomeadamente rendas, energia, matérias-primas e salários — bem como da mudança de hábitos de consumo. Na verdade, os consumidores desses mercados agora tendem a favorecer refeições mais rápidas, flexíveis e econômicas, em detrimento de experiências prolongadas em sala de aula.

Além disso, muitas cadeias estão a rever os seus horários de funcionamento, uma prática cada vez mais comum nos EUA e no Reino Unido. Por isso, optam por reduzir períodos de abertura ou por encerrar em feriados específicos, como forma de controlar custos e otimizar recursos. Em contrapartida, algumas marcas mantêm horários alargados, utilizando essa disponibilidade como elemento de diferenciação num mercado cada vez mais competitivo, sobretudo em zonas urbanas de grande densidade.

Em síntese, estes movimentos, observados principalmente nos Estados Unidos, no Reino Unido e nas principais capitais da Europa Ocidental, não representam um colapso do setor da restauração, mas antes uma fase de reorganização estrutural. Assim, num contexto de mudança global, adaptam-se aos novos comportamentos do consumidor, a eficiência operacional e a incorporação de tecnologia. Assumem-se como fatores determinantes para a sustentabilidade e o crescimento das cadeias de restauração.

Fonte: Delmonico’s And TUCCI Lead NYC’s 2026 Dining Trends — Travel and Tour World

Cadeias de restauração marcam nova fase do setor

Cadeias de restauração em transformação em 2026 | Foto: José António Carvalho

Por José António Carvalho

Atualmente, o setor da restauração atravessa um período de profunda transformação. Nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, com especial incidência em grandes centros urbanos como Nova Iorque, Londres e outras capitais europeias. Neste contexto, observa-se, por um lado, uma abordagem mais cautelosa à expansão e, por outro, o encerramento de unidades que deixaram de ser economicamente sustentáveis.

Expansão estratégica e novos modelos de negócio

Ainda assim, as grandes redes continuam investindo e abrindo novos restaurantes, principalmente nos mercados norte-americano e europeu. Embora o façam de forma cada vez mais estratégica, privilegiam espaços menores, localizações com maior potencial de rentabilidade. Os modelos de negócios voltados, principalmente, para take-away e delivery, são a tendência particularmente visível em cidades com aluguéis altos, como Nova York e Londres .

Ao mesmo tempo, tem havido o fechamento de várias unidades, incluindo marcas históricas, tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido e em outros países da Europa Ocidental. A situação resulta, em grande parte, do aumento significativo dos custos operacionais — nomeadamente rendas, energia, matérias-primas e salários — bem como da mudança de hábitos de consumo. Na verdade, os consumidores desses mercados agora tendem a favorecer refeições mais rápidas, flexíveis e econômicas, em detrimento de experiências prolongadas em sala de aula.

Além disso, muitas cadeias estão a rever os seus horários de funcionamento, uma prática cada vez mais comum nos EUA e no Reino Unido. Por isso, optam por reduzir períodos de abertura ou por encerrar em feriados específicos, como forma de controlar custos e otimizar recursos. Em contrapartida, algumas marcas mantêm horários alargados, utilizando essa disponibilidade como elemento de diferenciação num mercado cada vez mais competitivo, sobretudo em zonas urbanas de grande densidade.

Em síntese, estes movimentos, observados principalmente nos Estados Unidos, no Reino Unido e nas principais capitais da Europa Ocidental, não representam um colapso do setor da restauração, mas antes uma fase de reorganização estrutural. Assim, num contexto de mudança global, adaptam-se aos novos comportamentos do consumidor, a eficiência operacional e a incorporação de tecnologia. Assumem-se como fatores determinantes para a sustentabilidade e o crescimento das cadeias de restauração.

Fonte: Delmonico’s And TUCCI Lead NYC’s 2026 Dining Trends — Travel and Tour World

Cadeias de restauração marcam nova fase do setor

Cadeias de restauração em transformação em 2026 | Foto: José António Carvalho

Por José António Carvalho

Atualmente, o setor da restauração atravessa um período de profunda transformação. Nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, com especial incidência em grandes centros urbanos como Nova Iorque, Londres e outras capitais europeias. Neste contexto, observa-se, por um lado, uma abordagem mais cautelosa à expansão e, por outro, o encerramento de unidades que deixaram de ser economicamente sustentáveis.

Expansão estratégica e novos modelos de negócio

Ainda assim, as grandes redes continuam investindo e abrindo novos restaurantes, principalmente nos mercados norte-americano e europeu. Embora o façam de forma cada vez mais estratégica, privilegiam espaços menores, localizações com maior potencial de rentabilidade. Os modelos de negócios voltados, principalmente, para take-away e delivery, são a tendência particularmente visível em cidades com aluguéis altos, como Nova York e Londres .

Ao mesmo tempo, tem havido o fechamento de várias unidades, incluindo marcas históricas, tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido e em outros países da Europa Ocidental. A situação resulta, em grande parte, do aumento significativo dos custos operacionais — nomeadamente rendas, energia, matérias-primas e salários — bem como da mudança de hábitos de consumo. Na verdade, os consumidores desses mercados agora tendem a favorecer refeições mais rápidas, flexíveis e econômicas, em detrimento de experiências prolongadas em sala de aula.

Além disso, muitas cadeias estão a rever os seus horários de funcionamento, uma prática cada vez mais comum nos EUA e no Reino Unido. Por isso, optam por reduzir períodos de abertura ou por encerrar em feriados específicos, como forma de controlar custos e otimizar recursos. Em contrapartida, algumas marcas mantêm horários alargados, utilizando essa disponibilidade como elemento de diferenciação num mercado cada vez mais competitivo, sobretudo em zonas urbanas de grande densidade.

Em síntese, estes movimentos, observados principalmente nos Estados Unidos, no Reino Unido e nas principais capitais da Europa Ocidental, não representam um colapso do setor da restauração, mas antes uma fase de reorganização estrutural. Assim, num contexto de mudança global, adaptam-se aos novos comportamentos do consumidor, a eficiência operacional e a incorporação de tecnologia. Assumem-se como fatores determinantes para a sustentabilidade e o crescimento das cadeias de restauração.

Fonte: Delmonico’s And TUCCI Lead NYC’s 2026 Dining Trends — Travel and Tour World