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INTERNACIONAL

“Artemis II regressa à Terra após missão histórica rumo à Lua”

Astronautas da missão Artemis II dentro da cápsula Orion durante a viagem à Lua
Tripulação da Artemis II dentro da cápsula Orion | Créditos: NASA

Por José António Carvalho

Artemis II entra na fase decisiva da missão lunar

A missão Artemis II, liderada pela NASA, entrou na fase final depois de cumprir os momentos mais marcantes da viagem. Assim, volta a aproximar a humanidade da Lua, mais de meio século após o Programa Apollo. A equipa lançou a missão a 1 de abril de 2026, a partir do Kennedy Space Center. A bordo da cápsula Orion seguiram quatro astronautas. Durante cerca de dez dias, a missão testa sistemas essenciais antes do regresso à superfície lunar.

Uma tripulação que marca uma nova era

Reid Wiseman comanda a missão. Ao seu lado estão Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen. Este grupo não mostra apenas competência técnica. Além disso, representa um novo capítulo na exploração espacial, com diversidade e cooperação internacional em destaque.

Testes críticos em pleno espaço profundo

Logo nos primeiros dias, a tripulação iniciou testes críticos em espaço profundo. Por exemplo, realizou a pilotagem manual da Orion. Esta manobra valida o controlo humano fora da órbita terrestre. Ao mesmo tempo, a equipa avaliou sistemas de suporte de vida, fatos espaciais e procedimentos de segurança. Entretanto, surgiu um pequeno problema no sistema sanitário da nave. Ainda assim, a equipa resolveu a situação rapidamente. Como resultado, a missão manteve-se estável e dentro do previsto.

A passagem pela Lua e um novo recorde histórico

Dias depois, chegou o momento mais simbólico. A Artemis II aproximou-se da Lua. Durante a passagem pelo lado oculto, os astronautas ficaram sem comunicações diretas com a Terra. Dessa forma, reviveram um dos cenários mais icónicos da exploração espacial. Além disso, a missão bateu um recorde histórico. A tripulação ultrapassou a distância máxima alcançada pela Apollo 13. Assim, tornou-se a viagem tripulada mais distante da Terra. Durante cerca de sete horas, a Orion sobrevoou a Lua. Nesse período, registou imagens inéditas do lado afastado. Também observou fenómenos raros, como um eclipse solar visto do espaço profundo. A nave aproximou-se a pouco mais de seis mil quilómetros da superfície lunar.

Regresso à Terra marca etapa decisiva

Depois da volta à Lua, a nave iniciou o regresso à Terra. Nessa fase, a equipa executou manobras de correção de rota. Além disso, realizou novos testes técnicos, enquanto a Orion se mantinha a centenas de milhares de quilómetros do planeta. Agora, a missão entra na reta final. A amaragem está prevista ao largo de San Diego. Se tudo correr como esperado, a Artemis II será o ensaio decisivo para o regresso humano à Lua.

Um passo firme rumo ao futuro da exploração espacial

Mais do que um voo de teste, esta missão tem um significado histórico claro. Por um lado, volta a colocar astronautas no espaço profundo. Por outro, prepara as próximas etapas do programa Artemis, incluindo a chegada à superfície lunar. Num momento em que a exploração espacial ganha novo impulso, a Artemis II mostra que o futuro da humanidade pode voltar a passar pela Lua.

Fonte: NASA

“Artemis II regressa à Terra após missão histórica rumo à Lua”

Astronautas da missão Artemis II dentro da cápsula Orion durante a viagem à Lua
Tripulação da Artemis II dentro da cápsula Orion | Créditos: NASA

Por José António Carvalho

Artemis II entra na fase decisiva da missão lunar

A missão Artemis II, liderada pela NASA, entrou na fase final depois de cumprir os momentos mais marcantes da viagem. Assim, volta a aproximar a humanidade da Lua, mais de meio século após o Programa Apollo. A equipa lançou a missão a 1 de abril de 2026, a partir do Kennedy Space Center. A bordo da cápsula Orion seguiram quatro astronautas. Durante cerca de dez dias, a missão testa sistemas essenciais antes do regresso à superfície lunar.

Uma tripulação que marca uma nova era

Reid Wiseman comanda a missão. Ao seu lado estão Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen. Este grupo não mostra apenas competência técnica. Além disso, representa um novo capítulo na exploração espacial, com diversidade e cooperação internacional em destaque.

Testes críticos em pleno espaço profundo

Logo nos primeiros dias, a tripulação iniciou testes críticos em espaço profundo. Por exemplo, realizou a pilotagem manual da Orion. Esta manobra valida o controlo humano fora da órbita terrestre. Ao mesmo tempo, a equipa avaliou sistemas de suporte de vida, fatos espaciais e procedimentos de segurança. Entretanto, surgiu um pequeno problema no sistema sanitário da nave. Ainda assim, a equipa resolveu a situação rapidamente. Como resultado, a missão manteve-se estável e dentro do previsto.

A passagem pela Lua e um novo recorde histórico

Dias depois, chegou o momento mais simbólico. A Artemis II aproximou-se da Lua. Durante a passagem pelo lado oculto, os astronautas ficaram sem comunicações diretas com a Terra. Dessa forma, reviveram um dos cenários mais icónicos da exploração espacial. Além disso, a missão bateu um recorde histórico. A tripulação ultrapassou a distância máxima alcançada pela Apollo 13. Assim, tornou-se a viagem tripulada mais distante da Terra. Durante cerca de sete horas, a Orion sobrevoou a Lua. Nesse período, registou imagens inéditas do lado afastado. Também observou fenómenos raros, como um eclipse solar visto do espaço profundo. A nave aproximou-se a pouco mais de seis mil quilómetros da superfície lunar.

Regresso à Terra marca etapa decisiva

Depois da volta à Lua, a nave iniciou o regresso à Terra. Nessa fase, a equipa executou manobras de correção de rota. Além disso, realizou novos testes técnicos, enquanto a Orion se mantinha a centenas de milhares de quilómetros do planeta. Agora, a missão entra na reta final. A amaragem está prevista ao largo de San Diego. Se tudo correr como esperado, a Artemis II será o ensaio decisivo para o regresso humano à Lua.

Um passo firme rumo ao futuro da exploração espacial

Mais do que um voo de teste, esta missão tem um significado histórico claro. Por um lado, volta a colocar astronautas no espaço profundo. Por outro, prepara as próximas etapas do programa Artemis, incluindo a chegada à superfície lunar. Num momento em que a exploração espacial ganha novo impulso, a Artemis II mostra que o futuro da humanidade pode voltar a passar pela Lua.

Fonte: NASA

“Artemis II regressa à Terra após missão histórica rumo à Lua”

Astronautas da missão Artemis II dentro da cápsula Orion durante a viagem à Lua
Tripulação da Artemis II dentro da cápsula Orion | Créditos: NASA

Por José António Carvalho

Artemis II entra na fase decisiva da missão lunar

A missão Artemis II, liderada pela NASA, entrou na fase final depois de cumprir os momentos mais marcantes da viagem. Assim, volta a aproximar a humanidade da Lua, mais de meio século após o Programa Apollo. A equipa lançou a missão a 1 de abril de 2026, a partir do Kennedy Space Center. A bordo da cápsula Orion seguiram quatro astronautas. Durante cerca de dez dias, a missão testa sistemas essenciais antes do regresso à superfície lunar.

Uma tripulação que marca uma nova era

Reid Wiseman comanda a missão. Ao seu lado estão Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen. Este grupo não mostra apenas competência técnica. Além disso, representa um novo capítulo na exploração espacial, com diversidade e cooperação internacional em destaque.

Testes críticos em pleno espaço profundo

Logo nos primeiros dias, a tripulação iniciou testes críticos em espaço profundo. Por exemplo, realizou a pilotagem manual da Orion. Esta manobra valida o controlo humano fora da órbita terrestre. Ao mesmo tempo, a equipa avaliou sistemas de suporte de vida, fatos espaciais e procedimentos de segurança. Entretanto, surgiu um pequeno problema no sistema sanitário da nave. Ainda assim, a equipa resolveu a situação rapidamente. Como resultado, a missão manteve-se estável e dentro do previsto.

A passagem pela Lua e um novo recorde histórico

Dias depois, chegou o momento mais simbólico. A Artemis II aproximou-se da Lua. Durante a passagem pelo lado oculto, os astronautas ficaram sem comunicações diretas com a Terra. Dessa forma, reviveram um dos cenários mais icónicos da exploração espacial. Além disso, a missão bateu um recorde histórico. A tripulação ultrapassou a distância máxima alcançada pela Apollo 13. Assim, tornou-se a viagem tripulada mais distante da Terra. Durante cerca de sete horas, a Orion sobrevoou a Lua. Nesse período, registou imagens inéditas do lado afastado. Também observou fenómenos raros, como um eclipse solar visto do espaço profundo. A nave aproximou-se a pouco mais de seis mil quilómetros da superfície lunar.

Regresso à Terra marca etapa decisiva

Depois da volta à Lua, a nave iniciou o regresso à Terra. Nessa fase, a equipa executou manobras de correção de rota. Além disso, realizou novos testes técnicos, enquanto a Orion se mantinha a centenas de milhares de quilómetros do planeta. Agora, a missão entra na reta final. A amaragem está prevista ao largo de San Diego. Se tudo correr como esperado, a Artemis II será o ensaio decisivo para o regresso humano à Lua.

Um passo firme rumo ao futuro da exploração espacial

Mais do que um voo de teste, esta missão tem um significado histórico claro. Por um lado, volta a colocar astronautas no espaço profundo. Por outro, prepara as próximas etapas do programa Artemis, incluindo a chegada à superfície lunar. Num momento em que a exploração espacial ganha novo impulso, a Artemis II mostra que o futuro da humanidade pode voltar a passar pela Lua.

Fonte: NASA