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DESPORTO

Sporting cai aos 90+1’ frente ao Arsenal num golpe cruel em Alvalade

Remate de Daniel Bragança no Sporting vs Arsenal na Liga dos Campeões
Daniel Bragança tenta o golo frente ao Arsenal | Créditos: Bruno Carvalho

Por José António Carvalho

O futebol tem destas coisas. Quando tudo apontava para um empate arrancado a pulso, o Sporting viu o jogo fugir-lhe no último instante, com o Arsenal a marcar já depois dos 90 minutos, num golpe tão frio quanto decisivo.

Por isso, dentro de campo sentia-se a tensão a cada lance. A equipa orientada por Rui Borges entrou personalizada, pressionante e com coragem, encostando o adversário à sua área durante largos períodos do jogo. O domínio era claro, as oportunidades surgiam, mas faltava sempre o último toque.

O silêncio que caiu aos 90+1

E depois… o momento que ninguém queria ver.

Já em tempo de compensação, aos 90+1 minutos, Kai Havertz apareceu no coração da área e finalizou com frieza, após uma jogada rápida. A bola entrou e, de repente, Alvalade ficou em silêncio.

Foi um golo contra a corrente do jogo. Um castigo pesado para uma equipa que fez mais, que arriscou mais e que esteve sempre mais próxima de marcar.

Um jogo vivido até ao limite

O Sporting nunca deixou de acreditar. Lutou, pressionou e tentou até ao último segundo. A equipa mostrou identidade, intensidade e personalidade europeia. No entanto, na Liga dos Campeões, há uma regra dura: quem não marca, arrisca-se a pagar caro.

E foi exatamente isso que aconteceu.

Detalhes que decidem eliminatórias

Este não foi apenas um jogo perdido. Foi um aviso claro do nível de exigência desta competição. O Sporting esteve à altura, mas faltou o detalhe que separa os grandes momentos das grandes desilusões. Agora, tudo fica adiado para Londres. E se há algo que esta equipa já mostrou, é que ainda tem palavra a dizer.

Sporting cai aos 90+1’ frente ao Arsenal num golpe cruel em Alvalade

Remate de Daniel Bragança no Sporting vs Arsenal na Liga dos Campeões
Daniel Bragança tenta o golo frente ao Arsenal | Créditos: Bruno Carvalho

Por José António Carvalho

O futebol tem destas coisas. Quando tudo apontava para um empate arrancado a pulso, o Sporting viu o jogo fugir-lhe no último instante, com o Arsenal a marcar já depois dos 90 minutos, num golpe tão frio quanto decisivo.

Por isso, dentro de campo sentia-se a tensão a cada lance. A equipa orientada por Rui Borges entrou personalizada, pressionante e com coragem, encostando o adversário à sua área durante largos períodos do jogo. O domínio era claro, as oportunidades surgiam, mas faltava sempre o último toque.

O silêncio que caiu aos 90+1

E depois… o momento que ninguém queria ver.

Já em tempo de compensação, aos 90+1 minutos, Kai Havertz apareceu no coração da área e finalizou com frieza, após uma jogada rápida. A bola entrou e, de repente, Alvalade ficou em silêncio.

Foi um golo contra a corrente do jogo. Um castigo pesado para uma equipa que fez mais, que arriscou mais e que esteve sempre mais próxima de marcar.

Um jogo vivido até ao limite

O Sporting nunca deixou de acreditar. Lutou, pressionou e tentou até ao último segundo. A equipa mostrou identidade, intensidade e personalidade europeia. No entanto, na Liga dos Campeões, há uma regra dura: quem não marca, arrisca-se a pagar caro.

E foi exatamente isso que aconteceu.

Detalhes que decidem eliminatórias

Este não foi apenas um jogo perdido. Foi um aviso claro do nível de exigência desta competição. O Sporting esteve à altura, mas faltou o detalhe que separa os grandes momentos das grandes desilusões. Agora, tudo fica adiado para Londres. E se há algo que esta equipa já mostrou, é que ainda tem palavra a dizer.

Sporting cai aos 90+1’ frente ao Arsenal num golpe cruel em Alvalade

Remate de Daniel Bragança no Sporting vs Arsenal na Liga dos Campeões
Daniel Bragança tenta o golo frente ao Arsenal | Créditos: Bruno Carvalho

Por José António Carvalho

O futebol tem destas coisas. Quando tudo apontava para um empate arrancado a pulso, o Sporting viu o jogo fugir-lhe no último instante, com o Arsenal a marcar já depois dos 90 minutos, num golpe tão frio quanto decisivo.

Por isso, dentro de campo sentia-se a tensão a cada lance. A equipa orientada por Rui Borges entrou personalizada, pressionante e com coragem, encostando o adversário à sua área durante largos períodos do jogo. O domínio era claro, as oportunidades surgiam, mas faltava sempre o último toque.

O silêncio que caiu aos 90+1

E depois… o momento que ninguém queria ver.

Já em tempo de compensação, aos 90+1 minutos, Kai Havertz apareceu no coração da área e finalizou com frieza, após uma jogada rápida. A bola entrou e, de repente, Alvalade ficou em silêncio.

Foi um golo contra a corrente do jogo. Um castigo pesado para uma equipa que fez mais, que arriscou mais e que esteve sempre mais próxima de marcar.

Um jogo vivido até ao limite

O Sporting nunca deixou de acreditar. Lutou, pressionou e tentou até ao último segundo. A equipa mostrou identidade, intensidade e personalidade europeia. No entanto, na Liga dos Campeões, há uma regra dura: quem não marca, arrisca-se a pagar caro.

E foi exatamente isso que aconteceu.

Detalhes que decidem eliminatórias

Este não foi apenas um jogo perdido. Foi um aviso claro do nível de exigência desta competição. O Sporting esteve à altura, mas faltou o detalhe que separa os grandes momentos das grandes desilusões. Agora, tudo fica adiado para Londres. E se há algo que esta equipa já mostrou, é que ainda tem palavra a dizer.