
Por José António Carvalho
O festival MEO Marés 2026 prepara-se para abrir uma nova etapa da sua história em 2026. Depois de mais de uma década ligado a Vila Nova de Gaia, o evento muda-se para Matosinhos, assume uma nova identidade e promete reforçar a experiência para público, artistas e parceiros.
A edição de 2026 realiza-se nos dias 17, 18 e 19 de julho e marca oficialmente o nascimento do MEO Marés. A mudança representa uma evolução natural do festival, que procura crescer sem perder a ligação emocional construída ao longo dos anos com várias gerações de fãs da música.
Matosinhos recebe o novo ciclo do festival
O festival MEO Marés 2026 prepara-se para abrir uma nova etapa da sua história em 2026. Depois de mais de uma década ligado a Vila Nova de Gaia, o evento muda-se para Matosinhos, assume uma nova identidade e promete reforçar a experiência para público, artistas e parceiros.
Em exclusivo ao Twenty4news, Luísa Salgueiro, Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, destacou a importância estratégica da chegada do festival ao concelho:
“Desde que soubemos que o MEO MARÉS ia para Matosinhos fiquei muito animada pela dimensão internacional do festival. Estamos muito entusiasmados porque insere-se numa estratégia de promoção do concelho e até para além do concelho, porque a Área Metropolitana do Porto também precisa de promover os seus espaços enquanto se realiza o evento. A música oferece à região a oportunidade das pessoas se movimentarem e isto é muito importante num esforço de que eu sou entusiasta, que é o da descentralização e promoção de outros polos no país, como a região do Porto, que tem um papel relevante. Leça da Palmeira é uma das terras mais bonitas de Portugal e tem todas as características para as pessoas se sentirem bem, com uma enorme oferta de restaurantes e locais aprazíveis para visitar, além de 10 quilómetros de passadiços para percorrer.”
A nova localização foi escolhida para garantir melhores condições de acessibilidade, mobilidade, conforto e sustentabilidade. Ao mesmo tempo, o festival mantém a sua forte ligação ao mar e aproxima-se ainda mais da dinâmica cultural e urbana de Matosinhos.
Segundo Jorge Lopes, da PEV Entertainment, esta mudança simboliza “o início de um novo ciclo ambicioso na história do festival”. O responsável destaca ainda que o objetivo passa por preservar o legado do evento, mas também surpreender o público com novas experiências e espetáculos únicos.
Da Weasel com Rui Massena marcam o arranque do cartaz
O primeiro nome confirmado para o cartaz é Da Weasel. A banda portuguesa sobe ao palco MEO para um espetáculo especial acompanhado por orquestra, sob direção do maestro Rui Massena.
O concerto promete ser um dos momentos mais marcantes da edição de 2026, juntando a energia da banda a uma dimensão mais emocional e artística. A organização quer apostar em experiências diferenciadoras e criar atuações que fiquem na memória do público.
Música, cultura e inovação continuam no centro do festival

Apesar da nova identidade, o festival mantém os pilares que o tornaram uma referência nacional. Música, cultura, inovação tecnológica, inclusão e sustentabilidade continuam a fazer parte da essência do projeto.
A edição de 2026 vai ainda apresentar novas ativações de marca, experiências interativas e uma vertente artística ligada à criatividade contemporânea. A integração do festival em Matosinhos pretende reforçar a relação com o território e promover uma experiência mais próxima e inclusiva.
Para Luíza Galindo, Diretora de Marca e Comunicação da MEO, o MEO Marés é hoje “um dos principais ativos de ligação da MEO às pessoas”, juntando música, cultura e tecnologia numa experiência única.
SIC reforça parceria pelo segundo ano consecutivo
A SIC volta a associar-se ao festival como media partner oficial. Esta será a segunda vez consecutiva que o canal acompanha o evento, reforçando a aposta na música, cultura e grandes experiências ao vivo.
Mónica Serrano, Diretora de Marca, Comunicação e Relações Humanas do Grupo Impresa, sublinha que a SIC acredita “na força da música e da cultura enquanto experiências que aproximam pessoas e criam ligações emocionais duradouras”.
A responsável acrescenta ainda que este novo capítulo do festival permitirá levar essa energia aos portugueses através de uma cobertura multiplataforma “próxima, relevante e inspiradora”.
Com esta parceria, a SIC reforça também o compromisso com o talento português e com conteúdos capazes de criar experiências memoráveis para artistas, fãs e público.
Um festival renovado sem perder a identidade
A transformação em MEO Marés representa mais do que uma simples mudança de nome. O festival quer afirmar-se como uma plataforma cultural mais ampla, moderna e preparada para crescer nos próximos anos.
A organização garante, no entanto, que o ADN do evento permanece intacto. A proximidade ao público, a ligação à música portuguesa e os grandes momentos ao vivo continuam a ser a alma do festival que, em 2026, inicia uma nova viagem junto ao mar de Matosinhos.
Fonte: SIC



