O Tribeca Festival Lisboa 2025 começou em grande no dia 30 de outubro. Marcou o arranque oficial de uma edição repleta de talento, criatividade e projeção internacional. As salas cheias, os debates e masterclasses participados demonstraram o entusiasmo do público e da indústria audiovisual portuguesa.

Por José António Carvalho
Assim, as estreias de “All We Cannot See”, “Bugonia”, “Charliebird” e “Ritas”, além de conversas inspiradoras com nomes internacionais como Giancarlo Esposito, Joaquim de Almeida, Veronica Falcón, Piper Perabo, Stephen Kay e Daniela Ruah, marcaram o dia.
Por isso, o elenco de “Lua Vermelha: Nova Geração” — Sofia Arruda, Rui Pedro Silva e André Leitão — partilharam com o Twenty4news as emoções deste regresso televisivo que marcou o evento.
Sofia Arruda destacou a modernidade da nova versão: “Esta série atual da Lua Vermelha é mais moderna, com mais tecnologia, mas mantém a essência da anterior. O convite deixou-me revigorada. É desafiante e muito especial fazer parte deste elenco. O Tribeca Festival Lisboa é uma porta aberta e uma troca de experiências com o mundo.”
Rui Pedro Silva, intérprete de Tomás Lobato, acrescentou: “Na Lua Vermelha aprendi a rosnar. O teatro ajudou-me a encontrar a verdade dentro de mim e a construir este personagem a partir da postura de um lobo. Esta 2.ª edição do Tribeca é inspiradora e aproxima-nos de quem faz cinema e televisão a nível mundial.”
André Leitão reforçou o lado emocional do projeto: “Lua Vermelha marcou a minha infância. Hoje, fazer parte desta nova geração é um sonho tornado realidade. Trabalhar com atores da primeira temporada e com novos colegas cria um equilíbrio incrível.”
Por fim, a estreia de “Lua Vermelha: Nova Geração” acontece amanhã, 31 de outubro, e simboliza a evolução do audiovisual português — entre nostalgia e modernidade, num palco global.











