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MODA

Anna Wintour abandona o comando da Vogue EUA

Após 37 anos à frente da Vogue americana, Anna Wintour anunciou, a 26 de junho de 2025, que deixará o cargo de diretora da edição dos Estados Unidos. Figura incontornável no mundo da moda, Wintour assumiu a direção da revista em 1988. Foi responsável por transformá-la numa referência global, não só no jornalismo de moda, mas também na cultura popular. Entre os seus principais legados estão a introdução de celebridades nas capas. Madonna, Kim Kardashian e Harry Styles e a consagração da edição de setembro como a mais aguardada do ano. Foi também uma das principais impulsionadoras da Met Gala, tornando-a num dos eventos de moda mais prestigiados do mundo.

Apesar de deixar a liderança editorial da edição norte-americana, Anna Wintour manter-se-á na Condé Nast. Dessa forma, como diretora de conteúdos global e diretora editorial das edições internacionais da Vogue, com exceção do The New Yorker. A decisão foi comunicada internamente à equipa da revista na manhã do próprio dia 26. A empresa já deu início ao processo de seleção de um novo responsável editorial para a Vogue dos EUA, que deverá reportar diretamente a Wintour.

Esta mudança marca o fim de uma era na direção da revista, sinalizando uma possível renovação editorial para a Vogue americana num momento em que o setor da moda enfrenta novos desafios ligados ao digital, à diversidade e à sustentabilidade. Ainda assim, a continuidade de Wintour nos cargos executivos mais altos da editora garante que a sua influência sobre o futuro da marca Vogue permanece sólida.

Anna Wintour abandona o comando da Vogue EUA

Após 37 anos à frente da Vogue americana, Anna Wintour anunciou, a 26 de junho de 2025, que deixará o cargo de diretora da edição dos Estados Unidos. Figura incontornável no mundo da moda, Wintour assumiu a direção da revista em 1988. Foi responsável por transformá-la numa referência global, não só no jornalismo de moda, mas também na cultura popular. Entre os seus principais legados estão a introdução de celebridades nas capas. Madonna, Kim Kardashian e Harry Styles e a consagração da edição de setembro como a mais aguardada do ano. Foi também uma das principais impulsionadoras da Met Gala, tornando-a num dos eventos de moda mais prestigiados do mundo.

Apesar de deixar a liderança editorial da edição norte-americana, Anna Wintour manter-se-á na Condé Nast. Dessa forma, como diretora de conteúdos global e diretora editorial das edições internacionais da Vogue, com exceção do The New Yorker. A decisão foi comunicada internamente à equipa da revista na manhã do próprio dia 26. A empresa já deu início ao processo de seleção de um novo responsável editorial para a Vogue dos EUA, que deverá reportar diretamente a Wintour.

Esta mudança marca o fim de uma era na direção da revista, sinalizando uma possível renovação editorial para a Vogue americana num momento em que o setor da moda enfrenta novos desafios ligados ao digital, à diversidade e à sustentabilidade. Ainda assim, a continuidade de Wintour nos cargos executivos mais altos da editora garante que a sua influência sobre o futuro da marca Vogue permanece sólida.

Anna Wintour abandona o comando da Vogue EUA

Após 37 anos à frente da Vogue americana, Anna Wintour anunciou, a 26 de junho de 2025, que deixará o cargo de diretora da edição dos Estados Unidos. Figura incontornável no mundo da moda, Wintour assumiu a direção da revista em 1988. Foi responsável por transformá-la numa referência global, não só no jornalismo de moda, mas também na cultura popular. Entre os seus principais legados estão a introdução de celebridades nas capas. Madonna, Kim Kardashian e Harry Styles e a consagração da edição de setembro como a mais aguardada do ano. Foi também uma das principais impulsionadoras da Met Gala, tornando-a num dos eventos de moda mais prestigiados do mundo.

Apesar de deixar a liderança editorial da edição norte-americana, Anna Wintour manter-se-á na Condé Nast. Dessa forma, como diretora de conteúdos global e diretora editorial das edições internacionais da Vogue, com exceção do The New Yorker. A decisão foi comunicada internamente à equipa da revista na manhã do próprio dia 26. A empresa já deu início ao processo de seleção de um novo responsável editorial para a Vogue dos EUA, que deverá reportar diretamente a Wintour.

Esta mudança marca o fim de uma era na direção da revista, sinalizando uma possível renovação editorial para a Vogue americana num momento em que o setor da moda enfrenta novos desafios ligados ao digital, à diversidade e à sustentabilidade. Ainda assim, a continuidade de Wintour nos cargos executivos mais altos da editora garante que a sua influência sobre o futuro da marca Vogue permanece sólida.