Atletas das Seleções Nacionais de Golfe apresentam os novos equipamentos da PUMA Golf após a parceria com a Federação Portuguesa de Golfe.
PUMA Golf equipa as Seleções Nacionais de Golfe
05.07.2026
Francisco Pinto Balsemão executa uma tacada durante uma das suas participações no Golf
Expresso BPI Golf Cup cria Troféu Francisco Pinto Balsemão
07.07.2026

DESPORTO, INTERNACIONAL

Portugal resistiu, mas o desfecho foi cruel frente à Espanha

Jogadores da Seleção Nacional na fotografia oficial antes do jogo entre Portugal e Espanha nos oitavos de final do Campeonato do Mundo de 2026.
A seleção resistiu, mas o desfecho foi cruel frente à Espanha | Créditos: FPF

Por José António Carvalho

A aventura de Portugal no Campeonato do Mundo de 2026 chegou ao fim de forma dolorosa. A seleção nacional perdeu por 1-0 frente à Espanha, esta segunda-feira, no Estádio de Dallas, em Arlington, num encontro dos oitavos de final decidido apenas nos descontos. Quando tudo indicava que o clássico ibérico seguiria para prolongamento, um golo de Mikel Merino, aos 91 minutos, colocou a seleção espanhola nos quartos de final.

Um clássico intenso e muito equilibrado

Portugal entrou em campo determinado a discutir a qualificação frente a uma das principais candidatas ao título mundial. A equipa orientada por Roberto Martínez apresentou organização, disciplina tática e personalidade, conseguindo equilibrar um encontro em que nenhuma das seleções quis correr riscos desnecessários.

A Espanha assumiu mais posse de bola durante largos períodos da partida, mas encontrou sempre uma seleção portuguesa compacta, bem posicionada defensivamente e pronta para sair em transições rápidas. Do outro lado, Portugal procurou explorar a velocidade dos seus jogadores ofensivos e criar desequilíbrios sempre que recuperava a bola.

Apesar da intensidade do jogo, as oportunidades claras de golo foram escassas durante a primeira parte. As duas equipas privilegiaram a segurança defensiva e impediram que os ataques adversários criassem verdadeiro perigo junto das balizas.

Segunda parte manteve o equilíbrio

Após o intervalo, o ritmo voltou a aumentar. Portugal conseguiu crescer no encontro, pressionou mais alto em vários momentos e mostrou maior ambição ofensiva. Ainda assim, a seleção espanhola respondeu com a habitual qualidade na circulação de bola e continuou a controlar grande parte da posse.

O jogo permaneceu equilibrado até aos minutos finais, com ambas as equipas conscientes de que um pequeno erro poderia decidir a eliminatória. Quando tudo fazia prever um prolongamento, surgiu o momento decisivo.

Um golo nos descontos ditou a eliminação

Já em tempo de compensação, aos 91 minutos, Ferran Torres encontrou espaço no lado direito e colocou a bola na área, onde apareceu Mikel Merino para finalizar de primeira, sem hipóteses para Diogo Costa.

O golo caiu como um balde de água fria sobre Portugal, que ainda tentou reagir nos instantes finais, mas já não conseguiu evitar a derrota. Depois de uma exibição consistente e muito competente, a seleção nacional viu escapar a qualificação num dos últimos lances da partida.

Um adeus amargo ao Mundial

Portugal termina assim a sua participação no Campeonato do Mundo de 2026 com a sensação de que poderia ter levado o encontro para prolongamento. A equipa portuguesa voltou a demonstrar competitividade frente a um adversário de enorme qualidade, mas faltou eficácia nos momentos decisivos.

O capitão Cristiano Ronaldo cumpriu mais uma partida completa com a camisola das quinas e liderou a equipa até ao último minuto. Aos 41 anos, aquele poderá ter sido o último jogo do avançado português em fases finais de Campeonatos do Mundo, encerrando uma carreira mundialista absolutamente histórica.

Espanha continua a sonhar

Com este triunfo, a Espanha segue para os quartos de final do Campeonato do Mundo de 2026, onde irá defrontar o vencedor do encontro entre Bélgica e Estados Unidos. Já Portugal despede-se da competição de cabeça erguida, depois de um percurso marcado por momentos de qualidade, entrega e ambição, mas também pela frustração de ver o sonho terminar quando o prolongamento parecia inevitável.

Portugal resistiu, mas o desfecho foi cruel frente à Espanha

Jogadores da Seleção Nacional na fotografia oficial antes do jogo entre Portugal e Espanha nos oitavos de final do Campeonato do Mundo de 2026.
A seleção resistiu, mas o desfecho foi cruel frente à Espanha | Créditos: FPF

Por José António Carvalho

A aventura de Portugal no Campeonato do Mundo de 2026 chegou ao fim de forma dolorosa. A seleção nacional perdeu por 1-0 frente à Espanha, esta segunda-feira, no Estádio de Dallas, em Arlington, num encontro dos oitavos de final decidido apenas nos descontos. Quando tudo indicava que o clássico ibérico seguiria para prolongamento, um golo de Mikel Merino, aos 91 minutos, colocou a seleção espanhola nos quartos de final.

Um clássico intenso e muito equilibrado

Portugal entrou em campo determinado a discutir a qualificação frente a uma das principais candidatas ao título mundial. A equipa orientada por Roberto Martínez apresentou organização, disciplina tática e personalidade, conseguindo equilibrar um encontro em que nenhuma das seleções quis correr riscos desnecessários.

A Espanha assumiu mais posse de bola durante largos períodos da partida, mas encontrou sempre uma seleção portuguesa compacta, bem posicionada defensivamente e pronta para sair em transições rápidas. Do outro lado, Portugal procurou explorar a velocidade dos seus jogadores ofensivos e criar desequilíbrios sempre que recuperava a bola.

Apesar da intensidade do jogo, as oportunidades claras de golo foram escassas durante a primeira parte. As duas equipas privilegiaram a segurança defensiva e impediram que os ataques adversários criassem verdadeiro perigo junto das balizas.

Segunda parte manteve o equilíbrio

Após o intervalo, o ritmo voltou a aumentar. Portugal conseguiu crescer no encontro, pressionou mais alto em vários momentos e mostrou maior ambição ofensiva. Ainda assim, a seleção espanhola respondeu com a habitual qualidade na circulação de bola e continuou a controlar grande parte da posse.

O jogo permaneceu equilibrado até aos minutos finais, com ambas as equipas conscientes de que um pequeno erro poderia decidir a eliminatória. Quando tudo fazia prever um prolongamento, surgiu o momento decisivo.

Um golo nos descontos ditou a eliminação

Já em tempo de compensação, aos 91 minutos, Ferran Torres encontrou espaço no lado direito e colocou a bola na área, onde apareceu Mikel Merino para finalizar de primeira, sem hipóteses para Diogo Costa.

O golo caiu como um balde de água fria sobre Portugal, que ainda tentou reagir nos instantes finais, mas já não conseguiu evitar a derrota. Depois de uma exibição consistente e muito competente, a seleção nacional viu escapar a qualificação num dos últimos lances da partida.

Um adeus amargo ao Mundial

Portugal termina assim a sua participação no Campeonato do Mundo de 2026 com a sensação de que poderia ter levado o encontro para prolongamento. A equipa portuguesa voltou a demonstrar competitividade frente a um adversário de enorme qualidade, mas faltou eficácia nos momentos decisivos.

O capitão Cristiano Ronaldo cumpriu mais uma partida completa com a camisola das quinas e liderou a equipa até ao último minuto. Aos 41 anos, aquele poderá ter sido o último jogo do avançado português em fases finais de Campeonatos do Mundo, encerrando uma carreira mundialista absolutamente histórica.

Espanha continua a sonhar

Com este triunfo, a Espanha segue para os quartos de final do Campeonato do Mundo de 2026, onde irá defrontar o vencedor do encontro entre Bélgica e Estados Unidos. Já Portugal despede-se da competição de cabeça erguida, depois de um percurso marcado por momentos de qualidade, entrega e ambição, mas também pela frustração de ver o sonho terminar quando o prolongamento parecia inevitável.

Portugal resistiu, mas o desfecho foi cruel frente à Espanha

Jogadores da Seleção Nacional na fotografia oficial antes do jogo entre Portugal e Espanha nos oitavos de final do Campeonato do Mundo de 2026.
A seleção resistiu, mas o desfecho foi cruel frente à Espanha | Créditos: FPF

Por José António Carvalho

A aventura de Portugal no Campeonato do Mundo de 2026 chegou ao fim de forma dolorosa. A seleção nacional perdeu por 1-0 frente à Espanha, esta segunda-feira, no Estádio de Dallas, em Arlington, num encontro dos oitavos de final decidido apenas nos descontos. Quando tudo indicava que o clássico ibérico seguiria para prolongamento, um golo de Mikel Merino, aos 91 minutos, colocou a seleção espanhola nos quartos de final.

Um clássico intenso e muito equilibrado

Portugal entrou em campo determinado a discutir a qualificação frente a uma das principais candidatas ao título mundial. A equipa orientada por Roberto Martínez apresentou organização, disciplina tática e personalidade, conseguindo equilibrar um encontro em que nenhuma das seleções quis correr riscos desnecessários.

A Espanha assumiu mais posse de bola durante largos períodos da partida, mas encontrou sempre uma seleção portuguesa compacta, bem posicionada defensivamente e pronta para sair em transições rápidas. Do outro lado, Portugal procurou explorar a velocidade dos seus jogadores ofensivos e criar desequilíbrios sempre que recuperava a bola.

Apesar da intensidade do jogo, as oportunidades claras de golo foram escassas durante a primeira parte. As duas equipas privilegiaram a segurança defensiva e impediram que os ataques adversários criassem verdadeiro perigo junto das balizas.

Segunda parte manteve o equilíbrio

Após o intervalo, o ritmo voltou a aumentar. Portugal conseguiu crescer no encontro, pressionou mais alto em vários momentos e mostrou maior ambição ofensiva. Ainda assim, a seleção espanhola respondeu com a habitual qualidade na circulação de bola e continuou a controlar grande parte da posse.

O jogo permaneceu equilibrado até aos minutos finais, com ambas as equipas conscientes de que um pequeno erro poderia decidir a eliminatória. Quando tudo fazia prever um prolongamento, surgiu o momento decisivo.

Um golo nos descontos ditou a eliminação

Já em tempo de compensação, aos 91 minutos, Ferran Torres encontrou espaço no lado direito e colocou a bola na área, onde apareceu Mikel Merino para finalizar de primeira, sem hipóteses para Diogo Costa.

O golo caiu como um balde de água fria sobre Portugal, que ainda tentou reagir nos instantes finais, mas já não conseguiu evitar a derrota. Depois de uma exibição consistente e muito competente, a seleção nacional viu escapar a qualificação num dos últimos lances da partida.

Um adeus amargo ao Mundial

Portugal termina assim a sua participação no Campeonato do Mundo de 2026 com a sensação de que poderia ter levado o encontro para prolongamento. A equipa portuguesa voltou a demonstrar competitividade frente a um adversário de enorme qualidade, mas faltou eficácia nos momentos decisivos.

O capitão Cristiano Ronaldo cumpriu mais uma partida completa com a camisola das quinas e liderou a equipa até ao último minuto. Aos 41 anos, aquele poderá ter sido o último jogo do avançado português em fases finais de Campeonatos do Mundo, encerrando uma carreira mundialista absolutamente histórica.

Espanha continua a sonhar

Com este triunfo, a Espanha segue para os quartos de final do Campeonato do Mundo de 2026, onde irá defrontar o vencedor do encontro entre Bélgica e Estados Unidos. Já Portugal despede-se da competição de cabeça erguida, depois de um percurso marcado por momentos de qualidade, entrega e ambição, mas também pela frustração de ver o sonho terminar quando o prolongamento parecia inevitável.