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Millennium Estoril Open 2026 apresenta edição histórica
24.06.2026

INTERNACIONAL

Venezuela devastada por dois fortes sismos. Centenas de mortos e milhares de feridos

Rasto de destruição do sismo na Venuzuela | Foto: Pedro Mattey/Ap

Por José António Carvalho

Venezuela enfrenta uma das maiores tragédias de sempre

A Venezuela enfrenta uma das maiores tragédias da sua história recente depois de dois fortes sismos terem atingido o país com apenas 39 segundos de diferença. O balanço provisório aponta para centenas de mortos e milhares feridos e cerca de 200 desaparecidos. Enquanto isso, as equipas de emergência continuam a procurar sobreviventes entre os escombros.

Dois sismos em menos de um minuto

O primeiro sismo, de magnitude 7,2 ocorreu na tarde de quarta-feira. Apenas 39 segundos depois, um segundo abalo, ainda mais forte, com magnitude 7,5 voltou a atingir o país.

Este fenómeno, considerado extremamente raro, provocou graves danos em várias regiões da Venezuela. As zonas mais afetadas foram a costa de La Guaira e a capital, Caracas.

De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), trata-se de um dos sismos mais intensos registados na Venezuela em mais de um século. O abalo também foi sentido na Colômbia e no Brasil.

Destruição deixa milhares de pessoas sem abrigo

As imagens que chegam do país revelam um cenário de enorme devastação. Vários edifícios ruíram, hospitais sofreram danos estruturais e muitas estradas ficaram intransitáveis.

Além disso, o Aeroporto Internacional Simón Bolívar registou estragos significativos, o que obrigou à suspensão de várias operações.

Em diversas regiões, os cortes no fornecimento de eletricidade, água e comunicações dificultam o trabalho das equipas de socorro. Ao mesmo tempo, milhares de pessoas continuam isoladas e aguardam assistência.

Perante a dimensão da tragédia, as autoridades declararam o estado de emergência. Militares, bombeiros, proteção civil e centenas de voluntários foram mobilizados para reforçar as operações de busca e salvamento.

No entanto, os danos nas infraestruturas e a falta de equipamentos tornam os trabalhos de resgate cada vez mais difíceis.

Comunidade internacional prepara ajuda

A comunidade internacional começou rapidamente a responder à tragédia. Vários países e organizações humanitárias anunciaram o envio de equipas especializadas, apoio médico e ajuda de emergência para assistir a população afetada.

Ao mesmo tempo, especialistas alertam para o risco de novas réplicas nos próximos dias. Por esse motivo, recomendam que a população siga todas as indicações das autoridades e evite regressar a edifícios danificados.

Um país que enfrenta um enorme desafio

Além da elevada perda de vidas humanas, a Venezuela terá agora de enfrentar um longo processo de recuperação. O desastre agrava ainda mais as dificuldades económicas e os problemas existentes nas infraestruturas e nos serviços públicos.

Neste momento, a prioridade continua a ser encontrar sobreviventes, prestar assistência às famílias afetadas e restabelecer os serviços essenciais.

À medida que as operações de busca avançam, receia-se que o número de vítimas continue a aumentar. As próximas horas serão decisivas para perceber a verdadeira dimensão de uma tragédia que abalou profundamente a Venezuela.

Fonte: Reuters

Venezuela devastada por dois fortes sismos. Centenas de mortos e milhares de feridos

Rasto de destruição do sismo na Venuzuela | Foto: Pedro Mattey/Ap

Por José António Carvalho

Venezuela enfrenta uma das maiores tragédias de sempre

A Venezuela enfrenta uma das maiores tragédias da sua história recente depois de dois fortes sismos terem atingido o país com apenas 39 segundos de diferença. O balanço provisório aponta para centenas de mortos e milhares feridos e cerca de 200 desaparecidos. Enquanto isso, as equipas de emergência continuam a procurar sobreviventes entre os escombros.

Dois sismos em menos de um minuto

O primeiro sismo, de magnitude 7,2 ocorreu na tarde de quarta-feira. Apenas 39 segundos depois, um segundo abalo, ainda mais forte, com magnitude 7,5 voltou a atingir o país.

Este fenómeno, considerado extremamente raro, provocou graves danos em várias regiões da Venezuela. As zonas mais afetadas foram a costa de La Guaira e a capital, Caracas.

De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), trata-se de um dos sismos mais intensos registados na Venezuela em mais de um século. O abalo também foi sentido na Colômbia e no Brasil.

Destruição deixa milhares de pessoas sem abrigo

As imagens que chegam do país revelam um cenário de enorme devastação. Vários edifícios ruíram, hospitais sofreram danos estruturais e muitas estradas ficaram intransitáveis.

Além disso, o Aeroporto Internacional Simón Bolívar registou estragos significativos, o que obrigou à suspensão de várias operações.

Em diversas regiões, os cortes no fornecimento de eletricidade, água e comunicações dificultam o trabalho das equipas de socorro. Ao mesmo tempo, milhares de pessoas continuam isoladas e aguardam assistência.

Perante a dimensão da tragédia, as autoridades declararam o estado de emergência. Militares, bombeiros, proteção civil e centenas de voluntários foram mobilizados para reforçar as operações de busca e salvamento.

No entanto, os danos nas infraestruturas e a falta de equipamentos tornam os trabalhos de resgate cada vez mais difíceis.

Comunidade internacional prepara ajuda

A comunidade internacional começou rapidamente a responder à tragédia. Vários países e organizações humanitárias anunciaram o envio de equipas especializadas, apoio médico e ajuda de emergência para assistir a população afetada.

Ao mesmo tempo, especialistas alertam para o risco de novas réplicas nos próximos dias. Por esse motivo, recomendam que a população siga todas as indicações das autoridades e evite regressar a edifícios danificados.

Um país que enfrenta um enorme desafio

Além da elevada perda de vidas humanas, a Venezuela terá agora de enfrentar um longo processo de recuperação. O desastre agrava ainda mais as dificuldades económicas e os problemas existentes nas infraestruturas e nos serviços públicos.

Neste momento, a prioridade continua a ser encontrar sobreviventes, prestar assistência às famílias afetadas e restabelecer os serviços essenciais.

À medida que as operações de busca avançam, receia-se que o número de vítimas continue a aumentar. As próximas horas serão decisivas para perceber a verdadeira dimensão de uma tragédia que abalou profundamente a Venezuela.

Fonte: Reuters

Venezuela devastada por dois fortes sismos. Centenas de mortos e milhares de feridos

Rasto de destruição do sismo na Venuzuela | Foto: Pedro Mattey/Ap

Por José António Carvalho

Venezuela enfrenta uma das maiores tragédias de sempre

A Venezuela enfrenta uma das maiores tragédias da sua história recente depois de dois fortes sismos terem atingido o país com apenas 39 segundos de diferença. O balanço provisório aponta para centenas de mortos e milhares feridos e cerca de 200 desaparecidos. Enquanto isso, as equipas de emergência continuam a procurar sobreviventes entre os escombros.

Dois sismos em menos de um minuto

O primeiro sismo, de magnitude 7,2 ocorreu na tarde de quarta-feira. Apenas 39 segundos depois, um segundo abalo, ainda mais forte, com magnitude 7,5 voltou a atingir o país.

Este fenómeno, considerado extremamente raro, provocou graves danos em várias regiões da Venezuela. As zonas mais afetadas foram a costa de La Guaira e a capital, Caracas.

De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), trata-se de um dos sismos mais intensos registados na Venezuela em mais de um século. O abalo também foi sentido na Colômbia e no Brasil.

Destruição deixa milhares de pessoas sem abrigo

As imagens que chegam do país revelam um cenário de enorme devastação. Vários edifícios ruíram, hospitais sofreram danos estruturais e muitas estradas ficaram intransitáveis.

Além disso, o Aeroporto Internacional Simón Bolívar registou estragos significativos, o que obrigou à suspensão de várias operações.

Em diversas regiões, os cortes no fornecimento de eletricidade, água e comunicações dificultam o trabalho das equipas de socorro. Ao mesmo tempo, milhares de pessoas continuam isoladas e aguardam assistência.

Perante a dimensão da tragédia, as autoridades declararam o estado de emergência. Militares, bombeiros, proteção civil e centenas de voluntários foram mobilizados para reforçar as operações de busca e salvamento.

No entanto, os danos nas infraestruturas e a falta de equipamentos tornam os trabalhos de resgate cada vez mais difíceis.

Comunidade internacional prepara ajuda

A comunidade internacional começou rapidamente a responder à tragédia. Vários países e organizações humanitárias anunciaram o envio de equipas especializadas, apoio médico e ajuda de emergência para assistir a população afetada.

Ao mesmo tempo, especialistas alertam para o risco de novas réplicas nos próximos dias. Por esse motivo, recomendam que a população siga todas as indicações das autoridades e evite regressar a edifícios danificados.

Um país que enfrenta um enorme desafio

Além da elevada perda de vidas humanas, a Venezuela terá agora de enfrentar um longo processo de recuperação. O desastre agrava ainda mais as dificuldades económicas e os problemas existentes nas infraestruturas e nos serviços públicos.

Neste momento, a prioridade continua a ser encontrar sobreviventes, prestar assistência às famílias afetadas e restabelecer os serviços essenciais.

À medida que as operações de busca avançam, receia-se que o número de vítimas continue a aumentar. As próximas horas serão decisivas para perceber a verdadeira dimensão de uma tragédia que abalou profundamente a Venezuela.

Fonte: Reuters