Roberta Medina, CEO do Rock in Rio, durante a apresentação do Rock in Rio Lisboa 2026, a menos de 10 dias da abertura de portas.
Tudo a postos para o Rock in Rio Lisboa: a contagem decrescente entrou na reta final
12.06.2026

CULTURA & LAZER

Alfama volta a reinar nas Marchas Populares de Lisboa

Marcha de Alfama durante a atuação nas Marchas Populares de Lisboa 2026 na Avenida da Liberdade.
Marcha de Alfama nas Marchas Populares de Lisboa 2026 | Créditos: © José Frade / EGEAC

Por José António Carvalho

A saber, o coração de Lisboa voltou a bater mais forte ao som das marchas. Oito anos depois da última vitória, Alfama reconquistou o primeiro lugar nas Marchas Populares de Lisboa 2026. Assim, o histórico bairro voltou a celebrar um triunfo que fez vibrar muito para lá da Avenida da Liberdade.

Com o tema Os Santos Devem Estar Loucos, a Marcha de Alfama emocionou o público e conquistou o júri. Ao mesmo tempo, retratou com sensibilidade e criatividade o contraste entre a tradição popular e as profundas mudanças que têm marcado um dos bairros mais emblemáticos da capital.

O verso «Se o bairro perde a chama, a Marcha devolve a Alfama o sonho e a tradição» resumiu na perfeição o espírito da atuação. Ao longo do desfile, memória, identidade e emoção caminharam lado a lado, culminando com o regresso de Alfama ao lugar mais alto do pódio.

Por sua vez, a Marcha de Alcântara alcançou o segundo lugar da classificação, enquanto a Marcha da Madragoa completou o pódio na terceira posição. No conjunto, esta edição ficou marcada pela elevada qualidade artística e pelo forte envolvimento de todos os bairros participantes.

Uma cidade unida pela tradição

Por isso, como acontece todos os anos, a Avenida da Liberdade voltou a transformar-se numa autêntica montra da alma lisboeta. Milhares de pessoas acompanharam o desfile e aplaudiram um espetáculo onde música, dança, cenografia e figurinos deram vida às histórias, aos costumes e às tradições que continuam a definir a identidade da cidade.

Além disso, as 20 marchas a concurso levaram para a avenida temas profundamente ligados à cultura portuguesa. Entre eles destacaram-se os cauteleiros, a calçada portuguesa, a lenda de Ulisses e Ophiussa e o tradicional beijinho português, recriados através de coreografias e composições musicais que conquistaram o público ao longo de toda a noite.

No total, cerca de 2.000 participantes, entre marchantes, padrinhos, madrinhas, ensaiadores e elementos das equipas de organização, deram corpo a um dos momentos mais emblemáticos das Festas de Lisboa.

Cultura, tradição e identidade

A abertura do desfile esteve a cargo da Associação Geral Desportiva de Macau Lo Leong, que voltou a trazer à capital a tradicional Dança do Dragão e dos Leões Dourados. Desta forma, proporcionou um momento de partilha cultural que reforçou o carácter universal da celebração.

Antes do início da competição desfilaram ainda a Marcha Infantil das Escolas de Lisboa, a Marcha Infantil A Voz do Operário, a Marcha dos Mercados e a Marcha Santa Casa. Juntas, envolveram diferentes gerações numa festa que continua a afirmar-se como um dos maiores símbolos da identidade lisboeta.

Um júri de especialistas escolheu os vencedores

Contudo, as 20 marchas em competição foram avaliadas por um júri presidido por Vítor Agostinho. Integraram ainda o painel Bruno Cochat, responsável pela coreografia, Hélder Freire Costa, na cenografia, José António Tenente, no figurino, Maria Inês Almeida, na letra, Osvaldo Ferreira, na música, e Leonor Padinha, enquanto representante da EGEAC.

Mais do que uma competição, as Marchas Populares voltaram a provar que são um património vivo da cidade. Em cada bairro, em cada arco, em cada canção e em cada passo ensaiado durante meses, permanece uma Lisboa que resiste ao tempo. Ano após ano, é na Avenida da Liberdade que essa memória coletiva encontra o palco perfeito para celebrar a sua história.

Em 2026, foi Alfama quem voltou a escrever uma das páginas mais bonitas dessa história.

Consulte a classificação final aqui

Alfama volta a reinar nas Marchas Populares de Lisboa

Marcha de Alfama durante a atuação nas Marchas Populares de Lisboa 2026 na Avenida da Liberdade.
Marcha de Alfama nas Marchas Populares de Lisboa 2026 | Créditos: © José Frade / EGEAC

Por José António Carvalho

A saber, o coração de Lisboa voltou a bater mais forte ao som das marchas. Oito anos depois da última vitória, Alfama reconquistou o primeiro lugar nas Marchas Populares de Lisboa 2026. Assim, o histórico bairro voltou a celebrar um triunfo que fez vibrar muito para lá da Avenida da Liberdade.

Com o tema Os Santos Devem Estar Loucos, a Marcha de Alfama emocionou o público e conquistou o júri. Ao mesmo tempo, retratou com sensibilidade e criatividade o contraste entre a tradição popular e as profundas mudanças que têm marcado um dos bairros mais emblemáticos da capital.

O verso «Se o bairro perde a chama, a Marcha devolve a Alfama o sonho e a tradição» resumiu na perfeição o espírito da atuação. Ao longo do desfile, memória, identidade e emoção caminharam lado a lado, culminando com o regresso de Alfama ao lugar mais alto do pódio.

Por sua vez, a Marcha de Alcântara alcançou o segundo lugar da classificação, enquanto a Marcha da Madragoa completou o pódio na terceira posição. No conjunto, esta edição ficou marcada pela elevada qualidade artística e pelo forte envolvimento de todos os bairros participantes.

Uma cidade unida pela tradição

Por isso, como acontece todos os anos, a Avenida da Liberdade voltou a transformar-se numa autêntica montra da alma lisboeta. Milhares de pessoas acompanharam o desfile e aplaudiram um espetáculo onde música, dança, cenografia e figurinos deram vida às histórias, aos costumes e às tradições que continuam a definir a identidade da cidade.

Além disso, as 20 marchas a concurso levaram para a avenida temas profundamente ligados à cultura portuguesa. Entre eles destacaram-se os cauteleiros, a calçada portuguesa, a lenda de Ulisses e Ophiussa e o tradicional beijinho português, recriados através de coreografias e composições musicais que conquistaram o público ao longo de toda a noite.

No total, cerca de 2.000 participantes, entre marchantes, padrinhos, madrinhas, ensaiadores e elementos das equipas de organização, deram corpo a um dos momentos mais emblemáticos das Festas de Lisboa.

Cultura, tradição e identidade

A abertura do desfile esteve a cargo da Associação Geral Desportiva de Macau Lo Leong, que voltou a trazer à capital a tradicional Dança do Dragão e dos Leões Dourados. Desta forma, proporcionou um momento de partilha cultural que reforçou o carácter universal da celebração.

Antes do início da competição desfilaram ainda a Marcha Infantil das Escolas de Lisboa, a Marcha Infantil A Voz do Operário, a Marcha dos Mercados e a Marcha Santa Casa. Juntas, envolveram diferentes gerações numa festa que continua a afirmar-se como um dos maiores símbolos da identidade lisboeta.

Um júri de especialistas escolheu os vencedores

Contudo, as 20 marchas em competição foram avaliadas por um júri presidido por Vítor Agostinho. Integraram ainda o painel Bruno Cochat, responsável pela coreografia, Hélder Freire Costa, na cenografia, José António Tenente, no figurino, Maria Inês Almeida, na letra, Osvaldo Ferreira, na música, e Leonor Padinha, enquanto representante da EGEAC.

Mais do que uma competição, as Marchas Populares voltaram a provar que são um património vivo da cidade. Em cada bairro, em cada arco, em cada canção e em cada passo ensaiado durante meses, permanece uma Lisboa que resiste ao tempo. Ano após ano, é na Avenida da Liberdade que essa memória coletiva encontra o palco perfeito para celebrar a sua história.

Em 2026, foi Alfama quem voltou a escrever uma das páginas mais bonitas dessa história.

Consulte a classificação final aqui

Alfama volta a reinar nas Marchas Populares de Lisboa

Marcha de Alfama durante a atuação nas Marchas Populares de Lisboa 2026 na Avenida da Liberdade.
Marcha de Alfama nas Marchas Populares de Lisboa 2026 | Créditos: © José Frade / EGEAC

Por José António Carvalho

A saber, o coração de Lisboa voltou a bater mais forte ao som das marchas. Oito anos depois da última vitória, Alfama reconquistou o primeiro lugar nas Marchas Populares de Lisboa 2026. Assim, o histórico bairro voltou a celebrar um triunfo que fez vibrar muito para lá da Avenida da Liberdade.

Com o tema Os Santos Devem Estar Loucos, a Marcha de Alfama emocionou o público e conquistou o júri. Ao mesmo tempo, retratou com sensibilidade e criatividade o contraste entre a tradição popular e as profundas mudanças que têm marcado um dos bairros mais emblemáticos da capital.

O verso «Se o bairro perde a chama, a Marcha devolve a Alfama o sonho e a tradição» resumiu na perfeição o espírito da atuação. Ao longo do desfile, memória, identidade e emoção caminharam lado a lado, culminando com o regresso de Alfama ao lugar mais alto do pódio.

Por sua vez, a Marcha de Alcântara alcançou o segundo lugar da classificação, enquanto a Marcha da Madragoa completou o pódio na terceira posição. No conjunto, esta edição ficou marcada pela elevada qualidade artística e pelo forte envolvimento de todos os bairros participantes.

Uma cidade unida pela tradição

Por isso, como acontece todos os anos, a Avenida da Liberdade voltou a transformar-se numa autêntica montra da alma lisboeta. Milhares de pessoas acompanharam o desfile e aplaudiram um espetáculo onde música, dança, cenografia e figurinos deram vida às histórias, aos costumes e às tradições que continuam a definir a identidade da cidade.

Além disso, as 20 marchas a concurso levaram para a avenida temas profundamente ligados à cultura portuguesa. Entre eles destacaram-se os cauteleiros, a calçada portuguesa, a lenda de Ulisses e Ophiussa e o tradicional beijinho português, recriados através de coreografias e composições musicais que conquistaram o público ao longo de toda a noite.

No total, cerca de 2.000 participantes, entre marchantes, padrinhos, madrinhas, ensaiadores e elementos das equipas de organização, deram corpo a um dos momentos mais emblemáticos das Festas de Lisboa.

Cultura, tradição e identidade

A abertura do desfile esteve a cargo da Associação Geral Desportiva de Macau Lo Leong, que voltou a trazer à capital a tradicional Dança do Dragão e dos Leões Dourados. Desta forma, proporcionou um momento de partilha cultural que reforçou o carácter universal da celebração.

Antes do início da competição desfilaram ainda a Marcha Infantil das Escolas de Lisboa, a Marcha Infantil A Voz do Operário, a Marcha dos Mercados e a Marcha Santa Casa. Juntas, envolveram diferentes gerações numa festa que continua a afirmar-se como um dos maiores símbolos da identidade lisboeta.

Um júri de especialistas escolheu os vencedores

Contudo, as 20 marchas em competição foram avaliadas por um júri presidido por Vítor Agostinho. Integraram ainda o painel Bruno Cochat, responsável pela coreografia, Hélder Freire Costa, na cenografia, José António Tenente, no figurino, Maria Inês Almeida, na letra, Osvaldo Ferreira, na música, e Leonor Padinha, enquanto representante da EGEAC.

Mais do que uma competição, as Marchas Populares voltaram a provar que são um património vivo da cidade. Em cada bairro, em cada arco, em cada canção e em cada passo ensaiado durante meses, permanece uma Lisboa que resiste ao tempo. Ano após ano, é na Avenida da Liberdade que essa memória coletiva encontra o palco perfeito para celebrar a sua história.

Em 2026, foi Alfama quem voltou a escrever uma das páginas mais bonitas dessa história.

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