Desfile da Dolce & Gabbana na Milan Fashion Week Outono/Inverno 2025-2026, realizado em Milão. A coleção destacou silhuetas marcantes, luxo contemporâneo e forte presença de peças em pelo, reafirmando a identidade estética da casa italiana numa das semanas de moda mais influentes do mundo.
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03.03.2026

ECONOMIA

Rock in Rio Lisboa e Embratur firmam parceria estratégica

Roberta Medina e Marcelo Freixo na assinatura da parceria entre Rock in Rio Lisboa e Embratur em 2026
Rock in Rio Lisboa e Embratur formalizam parceria estratégica | Créditos: José A. Carvalho

Por José António Carvalho

Rock in Rio Lisboa e Embratur reforçam ligação estratégica

O encontro entre o Rock in Rio Lisboa e a Embratur abre um novo capítulo na relação cultural e turística entre Portugal e Brasil. Mais do que uma reunião institucional, representa um passo estratégico entre um dos maiores festivais de música do mundo e a entidade responsável pela promoção internacional do turismo brasileiro. Desta forma, atualmente, os grandes eventos deixaram de ser apenas entretenimento. Funcionam como plataformas globais de projeção de destinos, marcas e experiências. Nesse contexto, o Rock in Rio Lisboa, que já recebeu milhões de visitantes ao longo das suas edições, afirma-se como um palco privilegiado. Gera notoriedade e fortalecer ligações económicas entre os dois países.

Cultura como motor de atração turística

Ao mesmo tempo, a parceria aposta na cultura como elemento central de promoção. Nesse sentido, a música assume protagonismo, mas a gastronomia, a diversidade natural e a identidade brasileira também ganham espaço dentro do universo do festival, através de ativações e experiências imersivas. Dessa forma, o Brasil reforça a sua presença no mercado europeu. Beneficia com isso, da forte comunidade brasileira em Portugal e do crescente interesse do público português por destinos sul-americanos. Por outro lado, o Rock in Rio Lisboa consolida o seu posicionamento internacional enquanto plataforma de diplomacia cultural e económica.

Impacto económico e dimensão estratégica

Sendo assim, Importa ainda sublinhar a dimensão estratégica deste acordo. O Brasil, com cerca de 213 milhões de habitantes, é um dos países mais populosos do mundo e representa um mercado com enorme capacidade de mobilização turística. Paralelamente, Portugal tem vindo a afirmar-se como destino prioritário para viajantes brasileiros, seja em lazer, investimento ou residência. Por isso, num cenário global cada vez mais competitivo, alianças como esta fortalecem a presença internacional de ambos os lados. Criam valor sustentável para a indústria do turismo e do entretenimento.

Declarações que enquadram o alcance da parceria

Durante o anúncio da parceria, os responsáveis das duas instituições deram contexto ao acordo. Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio Lisboa, destacou que o festival tem sido, ao longo de mais de duas décadas em Portugal, uma verdadeira plataforma de aproximação entre Brasil e Portugal, reforçando a ligação histórica e afetiva entre os dois países. Além disso, recordou o impacto económico do evento, que movimenta centenas de milhões de euros e projeta Lisboa como destino internacional de grandes acontecimentos. Por sua vez, Marcelo Freixo, presidente da Embratur, sublinhou que o Brasil quer apresentar-se ao mundo como um destino que emociona pelas suas sensações e diversidade cultural, defendendo que a associação a um evento com a dimensão do Rock in Rio Lisboa permite comunicar diretamente com um público europeu que valoriza experiências autênticas.

Do protocolo institucional ao impacto humano

Contudo, esta parceria vai além dos números e das estratégias institucionais. O turismo é feito de pessoas e de histórias concretas. Nesse sentido, o exemplo de Gilson Fumaça ajuda a perceber o impacto real deste movimento. Nascido e criado na Favela de Santo Amaro, no Rio de Janeiro, tornou-se guia turístico e fundador da agência Favela Scene, sendo hoje uma referência no turismo de base comunitária. Segundo explica, diariamente leva visitantes a conhecerem os roteiros das favelas, contribuindo para a criação de emprego e para a valorização da arte, da gastronomia, do samba e das tradições locais.

Turismo como transformação social

De facto, cerca de 25 por cento da população vive nas aproximadamente 1200 favelas do Estado do Rio de Janeiro. Por isso, para Gilson, o turismo não representa apenas atividade económica, mas também dignidade, oportunidade e mudança de narrativa. Assim, quando um grande evento cultural se associa à promoção turística, não está apenas a vender destinos; está a criar pontes, a dar visibilidade a comunidades e a abrir caminho para um desenvolvimento mais inclusivo. Entre o palco e a rua, entre o espetáculo e o quotidiano, constrói-se uma ponte atlântica que vai muito além da música e que aponta para um futuro partilhado entre Portugal e Brasil.

Rock in Rio Lisboa e Embratur firmam parceria estratégica

Roberta Medina e Marcelo Freixo na assinatura da parceria entre Rock in Rio Lisboa e Embratur em 2026
Rock in Rio Lisboa e Embratur formalizam parceria estratégica | Créditos: José A. Carvalho

Por José António Carvalho

Rock in Rio Lisboa e Embratur reforçam ligação estratégica

O encontro entre o Rock in Rio Lisboa e a Embratur abre um novo capítulo na relação cultural e turística entre Portugal e Brasil. Mais do que uma reunião institucional, representa um passo estratégico entre um dos maiores festivais de música do mundo e a entidade responsável pela promoção internacional do turismo brasileiro. Desta forma, atualmente, os grandes eventos deixaram de ser apenas entretenimento. Funcionam como plataformas globais de projeção de destinos, marcas e experiências. Nesse contexto, o Rock in Rio Lisboa, que já recebeu milhões de visitantes ao longo das suas edições, afirma-se como um palco privilegiado. Gera notoriedade e fortalecer ligações económicas entre os dois países.

Cultura como motor de atração turística

Ao mesmo tempo, a parceria aposta na cultura como elemento central de promoção. Nesse sentido, a música assume protagonismo, mas a gastronomia, a diversidade natural e a identidade brasileira também ganham espaço dentro do universo do festival, através de ativações e experiências imersivas. Dessa forma, o Brasil reforça a sua presença no mercado europeu. Beneficia com isso, da forte comunidade brasileira em Portugal e do crescente interesse do público português por destinos sul-americanos. Por outro lado, o Rock in Rio Lisboa consolida o seu posicionamento internacional enquanto plataforma de diplomacia cultural e económica.

Impacto económico e dimensão estratégica

Sendo assim, Importa ainda sublinhar a dimensão estratégica deste acordo. O Brasil, com cerca de 213 milhões de habitantes, é um dos países mais populosos do mundo e representa um mercado com enorme capacidade de mobilização turística. Paralelamente, Portugal tem vindo a afirmar-se como destino prioritário para viajantes brasileiros, seja em lazer, investimento ou residência. Por isso, num cenário global cada vez mais competitivo, alianças como esta fortalecem a presença internacional de ambos os lados. Criam valor sustentável para a indústria do turismo e do entretenimento.

Declarações que enquadram o alcance da parceria

Durante o anúncio da parceria, os responsáveis das duas instituições deram contexto ao acordo. Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio Lisboa, destacou que o festival tem sido, ao longo de mais de duas décadas em Portugal, uma verdadeira plataforma de aproximação entre Brasil e Portugal, reforçando a ligação histórica e afetiva entre os dois países. Além disso, recordou o impacto económico do evento, que movimenta centenas de milhões de euros e projeta Lisboa como destino internacional de grandes acontecimentos. Por sua vez, Marcelo Freixo, presidente da Embratur, sublinhou que o Brasil quer apresentar-se ao mundo como um destino que emociona pelas suas sensações e diversidade cultural, defendendo que a associação a um evento com a dimensão do Rock in Rio Lisboa permite comunicar diretamente com um público europeu que valoriza experiências autênticas.

Do protocolo institucional ao impacto humano

Contudo, esta parceria vai além dos números e das estratégias institucionais. O turismo é feito de pessoas e de histórias concretas. Nesse sentido, o exemplo de Gilson Fumaça ajuda a perceber o impacto real deste movimento. Nascido e criado na Favela de Santo Amaro, no Rio de Janeiro, tornou-se guia turístico e fundador da agência Favela Scene, sendo hoje uma referência no turismo de base comunitária. Segundo explica, diariamente leva visitantes a conhecerem os roteiros das favelas, contribuindo para a criação de emprego e para a valorização da arte, da gastronomia, do samba e das tradições locais.

Turismo como transformação social

De facto, cerca de 25 por cento da população vive nas aproximadamente 1200 favelas do Estado do Rio de Janeiro. Por isso, para Gilson, o turismo não representa apenas atividade económica, mas também dignidade, oportunidade e mudança de narrativa. Assim, quando um grande evento cultural se associa à promoção turística, não está apenas a vender destinos; está a criar pontes, a dar visibilidade a comunidades e a abrir caminho para um desenvolvimento mais inclusivo. Entre o palco e a rua, entre o espetáculo e o quotidiano, constrói-se uma ponte atlântica que vai muito além da música e que aponta para um futuro partilhado entre Portugal e Brasil.

Rock in Rio Lisboa e Embratur firmam parceria estratégica

Roberta Medina e Marcelo Freixo na assinatura da parceria entre Rock in Rio Lisboa e Embratur em 2026
Rock in Rio Lisboa e Embratur formalizam parceria estratégica | Créditos: José A. Carvalho

Por José António Carvalho

Rock in Rio Lisboa e Embratur reforçam ligação estratégica

O encontro entre o Rock in Rio Lisboa e a Embratur abre um novo capítulo na relação cultural e turística entre Portugal e Brasil. Mais do que uma reunião institucional, representa um passo estratégico entre um dos maiores festivais de música do mundo e a entidade responsável pela promoção internacional do turismo brasileiro. Desta forma, atualmente, os grandes eventos deixaram de ser apenas entretenimento. Funcionam como plataformas globais de projeção de destinos, marcas e experiências. Nesse contexto, o Rock in Rio Lisboa, que já recebeu milhões de visitantes ao longo das suas edições, afirma-se como um palco privilegiado. Gera notoriedade e fortalecer ligações económicas entre os dois países.

Cultura como motor de atração turística

Ao mesmo tempo, a parceria aposta na cultura como elemento central de promoção. Nesse sentido, a música assume protagonismo, mas a gastronomia, a diversidade natural e a identidade brasileira também ganham espaço dentro do universo do festival, através de ativações e experiências imersivas. Dessa forma, o Brasil reforça a sua presença no mercado europeu. Beneficia com isso, da forte comunidade brasileira em Portugal e do crescente interesse do público português por destinos sul-americanos. Por outro lado, o Rock in Rio Lisboa consolida o seu posicionamento internacional enquanto plataforma de diplomacia cultural e económica.

Impacto económico e dimensão estratégica

Sendo assim, Importa ainda sublinhar a dimensão estratégica deste acordo. O Brasil, com cerca de 213 milhões de habitantes, é um dos países mais populosos do mundo e representa um mercado com enorme capacidade de mobilização turística. Paralelamente, Portugal tem vindo a afirmar-se como destino prioritário para viajantes brasileiros, seja em lazer, investimento ou residência. Por isso, num cenário global cada vez mais competitivo, alianças como esta fortalecem a presença internacional de ambos os lados. Criam valor sustentável para a indústria do turismo e do entretenimento.

Declarações que enquadram o alcance da parceria

Durante o anúncio da parceria, os responsáveis das duas instituições deram contexto ao acordo. Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio Lisboa, destacou que o festival tem sido, ao longo de mais de duas décadas em Portugal, uma verdadeira plataforma de aproximação entre Brasil e Portugal, reforçando a ligação histórica e afetiva entre os dois países. Além disso, recordou o impacto económico do evento, que movimenta centenas de milhões de euros e projeta Lisboa como destino internacional de grandes acontecimentos. Por sua vez, Marcelo Freixo, presidente da Embratur, sublinhou que o Brasil quer apresentar-se ao mundo como um destino que emociona pelas suas sensações e diversidade cultural, defendendo que a associação a um evento com a dimensão do Rock in Rio Lisboa permite comunicar diretamente com um público europeu que valoriza experiências autênticas.

Do protocolo institucional ao impacto humano

Contudo, esta parceria vai além dos números e das estratégias institucionais. O turismo é feito de pessoas e de histórias concretas. Nesse sentido, o exemplo de Gilson Fumaça ajuda a perceber o impacto real deste movimento. Nascido e criado na Favela de Santo Amaro, no Rio de Janeiro, tornou-se guia turístico e fundador da agência Favela Scene, sendo hoje uma referência no turismo de base comunitária. Segundo explica, diariamente leva visitantes a conhecerem os roteiros das favelas, contribuindo para a criação de emprego e para a valorização da arte, da gastronomia, do samba e das tradições locais.

Turismo como transformação social

De facto, cerca de 25 por cento da população vive nas aproximadamente 1200 favelas do Estado do Rio de Janeiro. Por isso, para Gilson, o turismo não representa apenas atividade económica, mas também dignidade, oportunidade e mudança de narrativa. Assim, quando um grande evento cultural se associa à promoção turística, não está apenas a vender destinos; está a criar pontes, a dar visibilidade a comunidades e a abrir caminho para um desenvolvimento mais inclusivo. Entre o palco e a rua, entre o espetáculo e o quotidiano, constrói-se uma ponte atlântica que vai muito além da música e que aponta para um futuro partilhado entre Portugal e Brasil.